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História do Instituto Devir Educom

Tudo começou em 2017, depois de um curso de educomunicação. Ao apresentar o trabalho final, que deveria ser um projeto que configurasse a comunicação no contexto da educação, acendeu uma luz de esperança de colocar em prática uma ideia antiga: alunos do ensino fundamental II, de escolas públicas, iriam às ruas para entrevistar moradores antigos e descobrir por meio deles as memórias afetivas da cidade de Santos.

 

E depois disso, os mesmos alunos, em seus protagonismos, construiriam uma ferramenta digital que pudesse materializar aquelas memórias. Já no final de 2017, o texto, que vinha sendo desenvolvido há um ano, estava pronto. O nome do projeto, Memórias em Rede, cujo vídeo de seu lançamento está aqui acima, foi criado a partir de pesquisa feita entre jovens com perfis semelhantes aos estudantes impactados.

O grupo foi montado, entre eles a idealizadora e (não menos) sonhadora, jornalista e professora Andressa Luzirão, e sua companheira de curso, a também comunicadora e docente Ivone Rocha, duas encantadas pela educação formal, não-formal e informal. A iniciativa começou, então, com mais duas pessoas, a fotógrafa Susan Hortas (que colaborou com o Memórias em Rede durante o ano de 2018) e a jornalista Carol Avelar, que continua como voluntária do projeto. Em 2019 tivemos o ingresso do colaborador Pedro Mendes, artista e educador, com atuação no terceiro setor. 

 

Depois de dois anos, completados em junho de 2020,  o Instituto Devir Educom atua em várias frentes e ações, tanto em escolas públicas quanto escolas particulares e na educação não-formal, envolvendo crianças, jovens e adultos. Nas escolas, os educomunicadores do Devir Educom atuam ancorados pela metodologia dos círculos, que trabalha a valorização do eu, da escola, da família e do território.

Por que Devir Educom?

Devir é um movimento permanente capaz de criar e modificar tudo o que existe. Como verbo intransitivo, traz o sentido de passar a ser, fazer existir, tornar-se ou transformar-se. Na perspectiva filosófica, é a passagem da potência do ato, a metamorfose perpétua das coisas que evoluem.

Tem como princípios o colaborativismo, a participação social, a livre expressão comunicativa e o protagonismo dos agentes sociais.Devir é um movimento permanente capaz de criar e modificar tudo o que existe. Como verbo intransitivo, traz o sentido de passar a ser, fazer existir, tornar-se ou transformar-se. Na perspectiva filosófica, é a passagem da potência do ato, a metamorfose perpétua das coisas que evoluem.

 

Educomunicação é o campo de intervenção social que propõe a construção de ecossistemas comunicativos abertos, dialógicos e criativos, além de processos educativos horizontalizados, em círculos, proporcionando a partilha de saberes mencionada por Paulo Freire. 

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